Never drive faster than your guardian angel can fly...

 
 
 

 

   
 

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O trabalho do gerente de receita ou (RM) é maximizar a receita por quarto disponível, com a venda de quartos para os clientes certos, ao preço certo, na hora certa.

 
 

RevPAR - é um índice na hotelaria proveniente da divisão da receita total pelo número de apartamentos total da unidade num determinado período. A sigla " RevPAR - Revenue per Available Room" significa- Receita por apartamento disponível e é utilizada por muitos hoteleiros para medir a performance de resultados de um estabelecimento hoteleiro. Na verdade uma sigla para Investidores. Ela usada como comparativo de mercado demanda uma série de outros fatores para poder ser confiável.


Budget nada mais é do que um orçamento empresarial anual. Antes de iniciar o ano a empresa analisa os fatores econômicos, mercado, capacidade de produção e define qual o volume de vendas previsto. Com base neste volume de vendas a empresa orça todos os custos e despesas elaborando um plano de contas.


Forecast - é a avaliação que a empresa faz a cada mês, comparando o budget com a posição real de momento, afim de encontrar divergências e buscar revisões. O forecast nada mais é do que o budget ajustado.
 

Por exemplo, a empresa orça R$ 1.000,00 de despesa com vendas mês a mês, totalizando um budget de R$ 12.000,00 anual. Porém, nos dois primeiros meses, a empresa verifica que gastou R$ 1.500,00 em cada mês. A empresa deve então ajustar os saldos dos próximos meses para que ela se iguale ao que ela tinha orçado antes. Se fizer isso, terá como forecast R$ 1.500,00 nos dois primeiros meses e R$ 900,00 nos meses restantes.
 


Revenue Management - Fala-se muito em Revenue Management, é nítida a falta de conhecimento até mesmo do que isso é. A pondo de se confundirem Ferramentas com o sistema. É isso que a Águia consultoria condena e explica a diferença. Ensinando como se implanta o sistema. Nossos cursos ensinam isso.

Revenue Management é: A arte de maximizar lucros, tendo por base a demanda de mercados, as previsões e otimização de resultados, com base em cálculos econômicos e matemáticos e (de inventários). Saiba mais em: www.ruiventura.com.br


João e Maria - Era uma vez o João e a Maria. O João era o Gerente Operacional e de Marketing e a Maria a Gerente Administrativo-Financeira da empresa. Estrutura muito comum em empreendimentos de pequeno e médio porte.

Ambos tinham boa formação acadêmica, alguns anos de experiência, eram dedicados, tinham o respeito dos proprietários do empreendimento e dos colaboradores, mas havia um problema bastante sério - eles pouco se comunicavam.

O João como Gerente Operacional, contratava extras, oferecia participação em resultados, comprava equipamentos, enxovais e utensílios. fazia manutenções fora de hora (que por consequência ficavam muito caras), reduzia tarifas, aumentava valor de pacotes, dividia os fechamentos de conta em várias vezes no cartão, faturava para agências e operadoras, negociava com clubes de descontos (compras coletivas), oferecia cortesias e negociava permutas, mudava de fornecedores, alterava cardápios, etc. O João estava sempre envolvido com os hóspedes, tinha horário para entrar no empreendimento mas não para sair, era altamente orientado à satisfação dos clientes , mas nem sempre aos resultados financeiros do empreendimento.

A Maria, por sua vez liberava adiantamentos de salário fora de datas, fazia compras sempre dos mesmos fornecedores, controlava pouco os estoques, horários, folgas, não negociava com os bancos e cartões de crédito, taxas de administração, de antecipação. Os demonstrativos do mês apareciam semanas após o último dia fiscal, cálculos de ponto de equilíbrio eram um problema, organização de custos fixos e variáveis uma "novela". Seu horário era rígido(finais de semana e feriados não passava nem perto da empresa), pouco se relacionava com hóspedes, e basicamente sua meta era que os números "batessem" e o empreendimento à qualquer custo desse resultado.

Não, caros amigos...não estou dizendo que oferecer participação em resultados para colaboradores, cortesias ou permutas está errado, ou não deve ser uma prática de gestão, muito pelo contrário. Tão pouco que fazer compras dos mesmos fornecedores seja um problema (desde que eles tenham os melhores preços, qualidade de produtos, etc.), dentre outros aspectos citados nos dois parágrafos acima.

Estou me referindo à que estas duas figuras mais que fundamentais para a gestão de um empreendimento se comuniquem, que utilizem sistemas informatizados integrados, que façam agendas semanais, briefngs diários, definam metas conjuntas, programem a apresentação de demonstrativos, planejem manutenções preventivas, benfeitorias, férias, geração de estoques, definam de maneira conjunta tarifários e listas de preços, comissões, descontos, etc.

O trabalho vai fluir muito mais e o stress vai ser mil vezes menor, os clientes e hóspedes direta ou indiretamente vão sentir reflexos, colaboradores mais ainda, e certamente os empreendedores vão agradecer pelo melhor resultado resultado financeiro e operacional.

Eduardo Faraco - www.faracoconsultoria.com.br e http://opousadeiro.blogspot.com.br

 

 
 
 
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